Follow by Email

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012


 Tão estranho a forma de amar, amamos e sentimos ciúmes, ciumes bobo, e muitas vezes inconveniente. Amamos e sentimos medo, um medo de um dia estar só, de que a pessoa amada siga em viagem sem lhe presentear com uma passagem para o mesmo lugar. Amamos e sentimos raiva, raiva de não sermos entendidos, como se a pessoa amada tivesse a obrigação de premonição, e pudesse nos compreender pelo menos naquele momento em que mais estamos chateados. Amamos e sentimos rejeição, pelo simples fato de não ter notado o novo corte de cabelo, a nova roupa, a nova investida. Amamos e nos tornamos loucos, loucos pela felicidade a dois, um mundo colorido feito por apaixonados, loucos pela vida, como se hoje fosse um dos dias dos milhões que ainda viveremos. Tão estranho a forma de amar, somos muitos em um só, muitos sentimentos, muitos desejos, muitos planos… Não quero dominar o amor, quero que o amor nos domine, pois amor que é amor, é tudo…é certeza, é companhia, é amizade, é paixão, é ETERNO! Tão estranho essa forma de amar, que me perco nas palavras, algumas simples outras complexas, mas tudo com o mesmo sentido, que amor que é amor, é eterno, é infinito.

Nenhum comentário:

Postar um comentário